Comparamos nosso Agitador Mecânico SH-10
Mesmo trabalhando em nossa loja após 21 meses, ainda permanece com estabilidade real.
A escolha de um agitador de laboratório vai muito além da especificação técnica apresentada no catálogo. Em processos sensíveis, como formulações farmacêuticas, cosméticos, alimentos e análises químicas, a estabilidade mecânica do equipamento impacta diretamente a qualidade final do produto, a repetibilidade dos testes e o custo operacional ao longo do tempo.
Por isso, realizamos uma comparação prática entre o agitador mecânico modelo SH-10 e um equipamento importado produzido na China e comercializado no Brasil por uma marca concorrente. O resultado revela uma diferença significativa após 12 meses de uso contínuo.
Do lado esquerdo da comparação está o agitador mecânico SH-10, desenvolvido com foco em estabilidade estrutural, torque consistente e durabilidade. Mesmo após um ano de operação, o equipamento mantém rotação estável, sem vibrações perceptíveis e com excelente controle de mistura.
Esse desempenho é consequência de um conjunto de engrenagens com alta resistência mecânica, alinhamento preciso do eixo e tolerâncias construtivas rigorosas. Na prática, isso significa menor desgaste, maior vida útil e previsibilidade no processo — fatores decisivos para laboratórios que precisam garantir padronização e rastreabilidade.
No lado direito, observa-se um agitador importado de baixo custo. Embora apresente bom desempenho inicial, a comparação após alguns meses evidencia trepidação, ruído mecânico e sinais de cavitação.
Essas instabilidades provocam a inserção indesejada de ar na mistura, comprometendo ativos sensíveis, alterando viscosidade e interferindo em testes analíticos. Em formulações cosméticas e farmacêuticas, por exemplo, a incorporação de microbolhas pode reduzir estabilidade físico-química, impactar aparência e até invalidar lotes. O custo oculto aparece em retrabalho, descarte de matéria-prima e tempo de ajuste de formulação.
A estabilidade de um agitador mecânico está diretamente relacionada à engenharia interna do equipamento. Elementos como tipo de transmissão, qualidade das engrenagens, balanceamento do eixo, controle eletrônico de rotação e compatibilidade com diferentes viscosidades determinam o comportamento ao longo dos anos.
Equipamentos projetados apenas para competir em preço tendem a perder desempenho com o uso, enquanto soluções desenvolvidas com foco técnico preservam torque e estabilidade mesmo em aplicações exigentes.
Outro ponto relevante é a consistência de resultados. Laboratórios que trabalham com validação de processos, controle de qualidade ou desenvolvimento de novos produtos dependem de equipamentos previsíveis. Pequenas variações de rotação ou vibração podem alterar dispersão, tempo de mistura e eficiência de homogeneização. Quando o agitador mantém estabilidade, o processo se torna repetível — e repetibilidade é um dos pilares da confiabilidade industrial.
Além do desempenho mecânico, a escolha correta reduz custos operacionais. Um agitador estável diminui a manutenção corretiva, evita substituições prematuras e reduz perdas de matéria-prima. Ao longo do ciclo de vida do equipamento, o custo total de propriedade torna-se significativamente menor. Esse é um fator estratégico para pequenas e médias indústrias, mas também para grandes laboratórios que operam múltiplos equipamentos simultaneamente.
A comparação reforça um princípio essencial da engenharia de mistura: o desempenho ao longo do tempo é mais importante do que o desempenho inicial. Equipamentos que mantêm estabilidade após meses ou anos de uso garantem produtividade, qualidade e segurança de formulação. Isso se traduz em processos mais eficientes, menor variabilidade e maior confiança técnica.
Para profissionais que trabalham com desenvolvimento de formulações, controle de qualidade ou produção piloto, escolher o agitador adequado evita ajustes constantes e acelera a rotina de laboratório. Em vez de corrigir problemas causados pelo equipamento, a equipe pode focar no que realmente importa: otimizar formulações e gerar resultados confiáveis.
O agitador mecânico SH-10 foi projetado justamente para esse cenário. Sua construção prioriza estabilidade, versatilidade e custo-benefício real ao longo do tempo. Compatível com diferentes tipos de hélices e faixas de viscosidade, ele atende desde rotinas de pesquisa até aplicações industriais em escala piloto, mantendo controle preciso de rotação e comportamento previsível.










